Por onde começar: uma linha guia única, do acesso ao dado, para gerar resultados em Compliance, Controles Internos, Auditoria Interna e Segregação de Funções.
Atribuição e Responsabilidade
QUAL LIMITE DE ATUAÇÃO DOS USUÁRIOS?
Ponto de partida
Etapa 1: Acessos e Segregação de Funções
Levantamento de perfis, papéis (roles) e transações atribuídas a cada usuário no ambiente SAP/ERP.
Identificação de conflitos de SoD: acessos incompatíveis que permitem a uma mesma pessoa executar etapas críticas de um mesmo processo, como cadastrar fornecedor e aprovar pagamento.
Delimitação do universo de usuários ativos, inativos e privilegiados, incluindo acessos de emergência (Firefighter).
Ponto de partida da metodologia: entender "quem pode fazer o quê" antes de avaliar o que de fato é feito.
Comparação de Uso
ACESSO CONCEDIDO VS. USO EFETIVO
Onde estão os riscos existentes
Etapa 2: Riscos Latentes
Análise de logs nativos do sistema (ex.: SM20 e demais trilhas de auditoria) para reconstruir o histórico de eventos.
Comparação entre o que o usuário está autorizado a fazer (acesso) e o que efetivamente executou (uso).
Identificação de padrões atípicos de utilização e de transações sensíveis efetivamente disparadas.
Construção de uma trilha temporal de eventos, que sustenta e dá evidência às etapas seguintes.
Base Factual e Auditável
DADOS FINANCEIROS, CLIENTES, FORNECEDORES E EMPREGADOS
O que ficou registrado
Etapa 3: Riscos Materializados
Análise de tabelas padrão de registro financeiro (lançamentos, pagamentos, faturamento).
Cruzamento com os cadastros de clientes, fornecedores e empregados mantidos no próprio sistema.
Validação da consistência entre o que foi acessado (Etapa 1), o que foi usado (Etapa 2) e o que efetivamente foi registrado.
Formação da base factual e auditável que sustenta o diagnóstico dos demais passos de trabalho.
Priorização de Achados
O QUE FAZER COM O QUE FOI ENCONTRADO
Consolidação dos achados
Etapa 4: Decisão e Ação
Consolidação dos achados das três etapas anteriores (acessos, uso e riscos) em um diagnóstico único.
Classificação dos resultados em duas frentes: oportunidades de melhoria de processo e ameaças que demandam tratamento.
Priorização por criticidade, materialidade e recorrência dos pontos levantados.
Este diagnóstico direciona qual caminho de tratamento, preventivo ou reativo, é o mais adequado a cada achado.
Estancar riscos
Etapa 5: Tratamento
Caminho Preventivo / Contínuo
Gestão de Riscos: mapear e monitorar continuamente riscos residuais.
Controles Internos: desenhar, implementar e monitorar controles.
Compliance: assessments de integridade e conformidade normativa.
Caminho Reativo / Pontual
Auditoria Interna: avaliação independente da efetividade dos controles e processos.
Investigações: apuração de desvios, identificação de responsáveis e quantificação de montantes desviados.
Quer entender qual etapa faz mais sentido para o seu momento?