Abrangência completa da governança de acessos e conflitos de função, do diagnóstico ao monitoramento contínuo.
Elaboração e atualização das matrizes de SoD por sistema, mapeando conflitos de função por transação.
Workflow de concessão, validação e revisão anual de acessos (User Access Review).
Eliminação de acessos e transações desnecessárias, reduzindo a exposição a riscos.
Governança, monitoramento e ajuste de perfis privilegiados e acessos de emergência.
Reporte mensal das rotinas de SoD e reporte semestral da gestão para a liderança.
Obter estruturas de acessos do(s) sistema(s), identificar módulos, grupos de acessos, perfis de usuários e transações vinculadas.
Definir riscos existentes, identificar as estruturas de controles, estruturar a matriz de risco SoD, validar o apetite ao risco.
Performar diagnóstico SoD por metodologia de riscos própria, analisar exposição, avaliar riscos de fraudes e reportar sugestões de mitigação.
Definir atores e atribuições para gestão SoD via matriz RACI e diretrizes de solicitação/validação; estruturar normativos e treinamentos.
Desenhar nova estrutura de perfis de acesso, segregar, validar e implementar acessos, definindo controles mitigatórios.
Revisão tempestiva de riscos SoD; testar, atualizar e elaborar novos controles conforme necessário; atualizar a governança.
Mitigar fragilidades e exposições em acessos ao(s) sistema(s) de informação.
Gerir pessoas, responsabilidades, limites de autorização e segurança da informação.
Planejamento estratégico, gestão de mudanças e gestão organizacional.
Adequada gestão de acessos contribui para atribuição de acessos necessários e limitados, e para a gestão estratégica de pessoal.
Acessos ajustados à atribuição dos usuários mitigam riscos de fraudes e vazamento de informação, e geram mais eficiência.
Definição de cenários de teste com processos, bases de dados e roteiros específicos para avaliar a maturidade do ERP.
Mapeamento dos processos, a transformação a ser realizada, atribuições, fluxos futuros e requisitos-chave do sistema.
Definição de perfis de acesso conforme governança estabelecida: Roles Simples, Compostas e Super Usuários.
Suporte para definição de alçadas, delegação, fluxos de aprovação de documentos e rotinas, e controles SoD.
Cada pilar reúne as frentes já apresentadas em Pilares de Atuação → Segregação de Funções, agora detalhadas com cadência e escopo de trabalho.
Gestão de acessos é o processo de controlar quem pode acessar quais recursos em uma organização e sob quais condições — vital para proteger dados sensíveis, garantir conformidade e prevenir acessos não autorizados que possam ocasionar danos financeiros e reputacionais.
Definição da visão e das diretrizes estratégicas para gestão SoD.
Definição e revisão das regras SoD a serem aplicadas na organização.
Definição e revisão das atividades para gestão SoD da organização.
Estruturação das atividades definidas no procedimento SoD para gerir o tema.
Realização de treinamentos SoD para liderança e liderados das áreas da Cia.
Reporte mensal das atividades e rotinas SoD e reporte semestral da gestão SoD.
Monitoramento e atualização de matrizes standard de sistemas utilizados pela Cia.
Elaboração de novas matrizes SoD para sistemas legados ou ERPs não mapeados.
Atualização de matrizes estabelecidas para sistemas legados e ERPs adotados.
Definição de clusters para os riscos existentes e classificação de criticidade.
Integração entre os riscos SoD e os riscos de negócios geridos pela organização.
Definição de riscos ocasionados pela interface de sistemas da organização.
Identificação e classificação de riscos críticos e transações sensíveis.
Monitoramento da volumetria de riscos por sistema ativos na organização.
Integridade em Foco: a gestão de acessos é um dos pilares da integridade operacional, garantindo que cada colaborador tenha apenas os privilégios necessários. Mitigar Riscos: ao alinhar acessos com processos de negócio, a organização assegura conformidade e promove governança mais eficaz e transparente.
Por meio do mapeamento de riscos SoD, identificar fragilidades estruturais em processos.
Avaliar os controles mitigatórios vinculados ao processo, quando há fragilidades.
Riscos mensurados conforme a fragilidade da exposição vs. a qualidade dos controles.
Ações de mitigação via segregação de funções, ajustes em sistemas ou monitoramento.
Documentar controles mitigatórios para riscos SoD identificados e quantificados.
Atuar na elaboração de novos controles mitigatórios para riscos SoD identificados.
Testar os controles mitigatórios identificados e declarados, conforme revisão anual SoD.
Estruturar instrumentos para monitorar os controles através das transações utilizadas.
Fluxo da concessão de acessos por meio da identificação e atribuição do perfil adequado.
Mensurar os riscos identificados na vinculação de acessos no workflow de concessão.
Identificar controles mitigatórios existentes para os riscos de acesso mapeados.
Validação das atribuições de perfis; gestor do usuário deve aprovar o pedido.
Revisão anual de acessos, com aprovação de gestores e key users.
Integridade em Foco: estar preparado! A falta de entendimento sobre uma transação específica pode mascarar vulnerabilidades críticas. Mitigar Riscos: atuar na causa raiz — sem conhecer profundamente um processo, a Cia corre risco de aplicar controles ineficazes.
Transações customizadas/novas funcionalidades mapeadas conforme sua função no sistema.
Testes para avaliar a vulnerabilidade existente em cada transação e seu uso.
Após identificados os riscos, as transações recebem uma identidade SoD.
Transações mapeadas são documentadas para monitoramento e rastreabilidade.
Atuar de forma estratégica: sanear os acessos é essencial para eliminar permissões indevidas, reduzir vulnerabilidades e assegurar responsabilidade e controle na organização — de forma contínua.
Saneamento de usuários com maior volume de riscos de acessos, eliminando o desnecessário.
Saneamento de grupos de acesso com maior volume de riscos, eliminando transações desnecessárias.
Atuação em processos com maior exposição a riscos via saneamento de transações e acessos.
Fluxo de liberação de super usuários, verificando motivo e perímetro devidamente aprovados.
Verificação da utilização dos super usuários vs. perímetro solicitado.
Documentar motivos dos desvios entre perímetro solicitado vs. utilizado.
Acompanhar a utilização de super usuários, indicando concentração e tempestividade.
Conforme monitoramento, propor ajustes em perfis de acesso para mitigar o uso.